Aparição

10 09 2007

Acendo a luz da luminária sobre a mesa. Atrás de mim, o vento se aproxima docemente, trazendo toda espécie de minúscula vida noturna, como a minha. Sinto-me como Dioniso rabiscando versos ébrios no meio da floresta: o som da chuva, o cheiro do mato molhado e mosquitos e libélulas e vaga-lumes e grilos e abelhas e borboletas. O silêncio discreto de todas estas vidas em meio a minha é comovente. E a noite está apenas começando.

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2 respostas

24 03 2008
FABYANA

fabyana saudade sua

29 12 2008
Cristiano Vieira

Os delírios das letras nos impedem de sufocar nas incertezas do futuro!

Assim escrevemos e escrevemos até encontrarmos a luz divina sobre nossas mentes!

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