A memória é uma ação.

Virgile sempre acreditara que a memória fosse uma função, mas agora tomava consciência de que ela era uma ação. Havia muita coisa que ele não tinha registrado, como se tivesse recortado a realidade com uma tesoura para lhe dar a forma que lhe conviesse. Fora uma maneira de tornar o mundo mais confortável e de justificar as suas escolhas.

Martin Page, Talvez uma História de Amor (Rocco, p. 129)

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