A vida, segundo Nietzsche.

Juízos, juízos de valor sobre a vida, a favor ou contra, nunca podem ser, em última instância, verdadeiros: não possuem outro valor senão o de sintomas – em si, tais, juízos são imbecilidades. É, pois, necessário estender os dedos para tentar apreender essa fineza extraordinária que reside no fato de que o valor da vida não pode ser avaliado. Não por um vivente, pois ele é parte, e até mesmo objeto de litígio; não por um morto, por uma outra razão. Da parte do filósofo, ver no valor da vida um problema significa uma dúvida contra ele, um ponto de interrogação em relação à sua sabedoria, uma falta de sabedoria.

F. Nietzsche, Crepúsculo dos Ídolos.

Anúncios

Um comentário sobre “A vida, segundo Nietzsche.

  1. Adoro ler Nietzsche, e nenhum outro livro dele me deixou tão pensativo quanto as duas primeiras partes de “O anticristo”.
    Publiquei recentemente um texto baseado na primeira parte do ensaio “O futuro de uma ilusão” de Sigmund Freud, se quiser ver:

    http://pensamentoempauta.wordpress.com/2010/11/28/qual-a-importancia-de-conhecer-o-passado/

    Também tem outros textos com temas sempre relacionados a história, cultura e desenvolvimento da humanidade, mas todos com um pouco de ceticismo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s