Marxismo.

Um operário que precisa trabalhar não é igual ao empregador que o contrata. Há entre eles uma desigualdade que faz com que o primeiro, movido pela necessidade, seja obrigado a submeter-se às condições fixadas pelo segundo. Donde uma situação benéfica ao segundo e prejudicial ao primeiro, tendo, como chave, um dano ocasionado ao primeiro escondido pela idealidade do contrato e da troca. Convém por isso ser lúcido.

Bertrand Vergerly, O Sofrimento, p. 111 (EDUSC)

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