Mas não sei o que fazer com a misericórdia.

Uma tristeza exclusiva do Verão,
das despedidas ou das noites de Verão.
Durante o dia é impossível notá-la,
tal como no Inverno, quando está ocupada
a combater o frio.
Os meus sonhos recentes anunciam mudanças
mas não sei o que fazer com a
misericórdia. A representação da dor
é aquilo que dói. Já se pode abrir a janela,
um pouco, todos os dias, e escutar
as buzinas, a tarde rebentando.
Prefiro não fazer nada, que é pior.

O Discurso Opcional Obrigatório
de Mariano Peyrou

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