Sábado.

Digamos no final deste sábado que
a novidade foi nada se ter passado,
que tudo cada vez se volve mais eterno,
profundamente chato e sem contornos,
e que não é possível um pássaro de fogo
entrar-me no escritório, vulgo biblioteca.

Versos de Nuno Dempster, do poema “O Comboio”.

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2 comentários sobre “Sábado.

  1. Truncar poemas é mutilá-los e dar azo a juízos como o de cima. Também me parece excessivo meter o excerto na tag Cansaço, mas isso já não é comigo.

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