Ó frutos!

Frutos, ó frutos!
Eu vos aguardo e espero em mim, ó frutos!
Minha fome não se deterá a meio caminho;
Só satisfeita emudecerá;
Preceitos não poderão dar conta dela
E com privações nunca pude senão alimentar a alma.

Satisfações! Eu vos procuro.
Sois belas como as auroras de verão.

André Gide, Frutos da Terra (Nova Fronteira, pg. 33)

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