A e B.

“Nada é tão difícil de perdoar quanto o mérito”.

Um dia, um menino sentado ao pé do balcão de um comerciante, gritava com toda força. Uma vendedora, importunada pelos gritos, lhe disse:
– Por que estás gritando, meu amigo?
– Porque querem me obrigar a dizer A.
– E por que não queres dizer A?
– Porque assim que eu tiver dito A, vão me obrigar a dizer B…

Denis Diderot, Jacques, o fatalista, e se amo (Nova Alexandria, pg. 195)

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