Fora dágua.

Ando tão ocupado mantendo a cabeça fora dágua que mal sei quem sou, e muito menos quem é qualquer outro indivíduo.  (…) Isso também é sintoma pronunciado de um ego hipersensível e improdutivo.

Dos diários de Sylvia Plath, adaptado (Globo, pg. 96)

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