…E meu coração fraquejava.

De vez em quando, porém, eu sentia um arrepio de medo e meu coração fraquejava. Era como estar sozinho num avião, rodeado de nuvens, com o motor rateando e sem instrumentos de orientação. Ou como estar sozinho num pequeno barco, longe da costa, sem nenhum pássaro a vista, num mar silencioso, com o Sol começando a declinar.

B. Traves, O visitante noturno (Conrad, pg. 21)

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