Noite 506.

Vocês já notaram que sempre que alguém que amamos morre, cai uma folha de árvore, passa uma nuvem, um passarinho começa a cantar triste, o cadarço do sapato desamarra, anoitece de repente, começa a chover ou a parar de chover? São sinais que precisamos decifrar.

Fausto Wolff, A milésima segunda noite (Bertrand Brasil, pg. 344)

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Um comentário sobre “Noite 506.

  1. “…essa morte deveria ser assim:
    um céu que pouco a pouco anoitecesse
    e a gente nem soubesse que era o fim,
    isso pouparia as dores…”
    Rubem Alves

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