Como a irrupção de um rio.

Ele extravasa, ele transborda, ele se consome, ele não se poupa – com fatalidade, fatidicamente, involuntariamente como a irrupção de um rio por sobre as suas margens é involuntária.

– F. Nietzsche, Crepúsculo dos Ídolos (Relume Dumará), pg. 102.

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