A vida, segundo Mark Kingwell

A questão da vida que vale a pena viver não é, como costumamos supor, uma questão tão grande e abstrata que só pode ser levantada de maneira apropriada em uma aula de filosofia ou em uma sessão de psicoterapia. Não é uma questão avassaladora de considerar de uma só vez minha vida inteira; é, mais que isso, uma questão de entabular a pergunta muito mais simples e urgente de o que vou fazer agora, nos próximos trinta, sessenta ou noventa minutos de minha vida, pelo resto do dia, então amanhã e no dia seguinte. Qual é, agora, a ação que faria de minha vida uma vida com a qual eu pudesse ficar racionalmente satisfeito? Como devo levar essa vida não é uma questão que pode ser novamente adiada – pois a vida tem a característica insistente de não poder se adiada. 

Mark Kingwell, Aprendendo Felicidade, Relume Dumará, pg 301. 

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2 comentários sobre “A vida, segundo Mark Kingwell

  1. uow… esse post foi quase como um chacoalhão, daqueles que alguém te segura pelos braços, olha nos teus olhos e diz: acorda!
    Estava mesmo precisando… valeu! 😉

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