Querer-viver.

O temor da morte comum ao homem e ao animal não poderia provir de um conhecimento reflexivo. Os moralistas bem viram que o temor da morte era cego, irracional: mas nada fica resolvido enquanto este não for relacionado com o próprio núcleo do nosso ser, o querer-viver, este também cego.

Jean Lefranc, Compreender Schopenhauer (Vozes, pg. 129)

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