Modo próprio.

Não há razão alguma para que toda a existência humana se construa segundo certo modelo ou um número limitado de modelos. Se alguém possui uma quantidade tolerável de senso comum e experiência, seu modo próprio de dispor de sua existência é o melhor, não porque seja em si mesmo o melhor, mas porque é o seu modo próprio.

John Stuart Mill, A Liberdade/Utilitarismo (Martins Fontes, pg. 103)

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