A alegria fundamental.

Ele era o ser absorvido em sua variação, aquele que se transforma em seu próprio sistema, aquele que se entrega por inteiro à disciplina assustadora do espirito livre, e que mata suas alegrias com outras alegrias, a mais fraca com a mais forte – a mais suave, a temporal, a do instante e da hora começada, pela fundamental – pela esperança da alegria fundamental.

Paul Valéry, Monsieur Teste, (Ática, pg. 20)

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