A vida, segundo Albert Camus

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Engana-se, meu caro, o barco (tempo) desliza bem rápido. Mas o Zuyderzee (vida) é um mar morto, ou quase. Com suas margens planas, perdidas na bruma, não se sabe onde começa ou acaba. Por isso, singramos sem nenhum ponto de referência, não conseguimos nem calcular nossa velocidade. Avançamos, e nada muda. Não é navegação, é sonho.

Albert Camus, A Queda, p. 67 (Círculo do Livro)

 

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