Posso eu não ser eu?

Posso eu não ser eu? E, sendo eu, posso agir de modo diferente do que ajo? Posso ser eu e um outro? E, desde que estou no mundo, acaso houve um único instante em que isso não fosse verdade?

 

Denis Diderot, Jacques, o Fatalista e seu Amo (Nova Alexandria), pg. 19

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