Lugar-comum

Há certos dias em que sinto uma enorme vontade de “matar” a vida como um ginasiano fala em “matar aulas”, vontade de ficar em casa, sozinho, absolutamente sozinho, sem dar nada de mim aos outros e sem nada receber deles. Mas, a despeito de ter essa vontade, sinto claramente que meu “Eu” são as pessoas, que só posso aspirar a uma singularidade qualquer e que minha solidão não passa de um lugar-comum.

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Frédéric Schiffter. Sobre o blablablá e o mas-mas dos filósofos.

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