Esse mar é uma espécie de eternidade. Quando eu era criança, ele golpeava e golpeava. mas também já golpeava quando meu avô era criança, quando era criança o avô do meu avô. Uma presença móvel, porém sem vida. Uma presença de ondas escuras, insensíveis. Testemunha da história, testemunha inútil porque não sabe nada da história. E se o mar fosse Deus? Também uma testemunha insensível. Uma presença móvel, porém sem vida.
Do livro “A Trégua“, de Mario Benedetti.

O mar esta lá para ser testemunhado, e como eu adoro falar dele… é um presente dado a nós para não esquecermos da nossa pequines.
Para os corações nobres como o seu Ale, cada golpeio do mar tem um significado, e cada significado uma explicaçao. Nem sempre uma explicaçao aceitável, mais quando isso acontecer ele vai te ofecer um restaurador banho gelado aquecido pelo sol. A partir daí.. todo o resto cai por terra e a sensação que fica é de alma renovada.