Quando eu era jovem, mantinha um “Diário de Arrependimentos” e tentava registrar meus erros diariamente. Porém, nunca houve um único dia em que não cometesse uns vinte ou trinta erros. Como não havia fim para isso, eu desisti. Mesmo hoje, quando penso sobre os assuntos do dia depois de me deitar, não existe um único dia em que eu não cometa um deslize durante uma conversa ou atividade. Viver sem errar é realmente impossível. Mas isso é algo em que as pessoas que vivem na base da esperteza se recusam a acreditar.
Yamamato Tsunemoto, Hakagure, O Livro do Samurai (Conrad. pg. 74)

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